Mês das Mulheres

No Mês das Mulheres, a Trafegus homenageia a todas falando um pouco mais a respeito delas, que movem o mundo através da logística!

Compreender o papel e a história e valorizar o trabalho e as conquistas das mulheres é muito importante para a Trafegus. Entendemos que isso tudo é essencial, também, para a sociedade.

Por isso, o mês de março será dedicado a elas. Procuraremos mostrar um pouco do que pensam e realizam.

Afinal, como já mencionamos, elas movem o mundo através da logística!

Então, convidamos você a nos acompanhar nos nossos canais para prestigiar as mulheres que atuam conosco. Curta, comente, compartilhe!

Vamos conhecer duas mulheres que atuam aqui na Trafegus:

Bárbara Colombelli

“Meu nome é Bárbara Colombelli, há doze anos trabalho na Trafegus, na área de suporte e implantação. Na área de transporte e logística já trabalho há 19 anos.

Dentro da Trafegus, sou Diretora de Suporte e Implantação, então acompanho as contas de clientes novos e também auxilio a equipe de suporte no dia a dia.

Iniciei na Trafegus como consultora e então fui convidada a trabalhar. Fui a primeira funcionária da empresa e, posteriormente, fui convidada a ser sócia da Trafegus. A partir daí, assumi outras responsabilidades, e estamos até hoje, há doze anos, auxiliando no crescimento da empresa como um todo.

No setor de transporte e gerenciamento de risco, quando comecei a trabalhar, era comum ouvir (em tom de surpresa) “olha, uma mulher atendendo”. Havia um preconceito muito grande com mulheres trabalhando nesse meio.

A forma de lidar com isso foi sempre mostrando que homens e mulheres têm o mesmo valor, o mesmo resultado, o mesmo trabalho. Com muita calma e dedicação e com muito trabalho a gente mostrou que por ser mulher não vai ter um resultado diferente dos homens dentro do meio de trabalho.

Como qualidade, o diálogo. Entre as pessoas, entre os setores, sempre buscando intermediar para chegar a um objetivo, a um resultado, sempre pensando na satisfação do cliente. Essa parte do diálogo e do olhar com mais cuidado, com mais leveza, é muito importante dentro do meio em que a gente trabalha.

As mulheres, na área da tecnologia do transporte, têm um olhar mais apurado aos detalhes, à parte de funcionalidade, de ergonomia. Esse olhar mais “cuidadoso”, eu diria, contribui – e bastante – no resultado final, quando se entrega um produto ao nosso usuário.

Hoje vemos um movimento tímido ainda, mas muitas mulheres à frente de negócios, em diferentes meios, em diferentes atividades. Mulheres que gerenciam, que são diretoras, proprietárias de negócios. Ainda há bastante resistência, mas com todo o jeito feminino e um olhar carinhoso e feminino do negócio, a gente vem conquistando espaço, visibilidade e admiração.

É muito legal ver que um trabalho que a gente fez lá atrás, traz um resultado ou o crescimento de outras pessoas – que isso também é bem importante – e a gente vê pessoas que acompanhamos lá atrás e que hoje são muito bem-vistas no mercado de trabalho.

O conselho que deixo a outras mulheres é terem bastante fibra, e paciência, porque precisamos lidar com algumas situações no dia a dia, que infelizmente não nos agradam. Mas a gente mostra, no contexto, a importância do trabalho feminino, a importância olhar das mulheres dentro de uma empresa, não só no ramo de tecnologia e de transporte, mas como um todo, mostrando, de fato, o valor do nosso trabalho, que somos todos iguais. Não é o fato de ser homem ou mulher que vai dizer que essa pessoa não seja capaz ou não tenha o potencial de ocupar uma determinada função dentro de uma empresa”.

Jéssika Melo

“Sou a Jéssika Melo, Coordenadora do Setor de Suporte. Estou na empresa há quatro anos, e no meio de transporte e logística, há oito anos.

Hoje, na Trafegus, sou Coordenadora do Setor de Atendimento e Suporte, então todo o processo, desde o início do atendimento ao cliente, retornos, feedbacks do próprio cliente, a satisfação do cliente, então toda essa parte eu faço o acompanhamento. Mas eu não deixo de fazer o operacional, acho que isso é o importante: não fazer somente a coordenação, mas participar com a equipe. Não somente cobrar o resultado, mas sim, entregar o resultado com eles.

Quando saí do Ensino Médio, não sabia que área seguir. Então comecei o curso de Artes Visuais e logo no terceiro período eu percebi que não era a carreira que queria seguir. E quando comecei a carreira de trabalho, iniciei no ramo do comércio. Também notei que não era o que gostaria de seguir.

Aí comecei um curso de Logística. Fazendo Logística eu percebi que a abrangência era muito maior, não era só caminhão. Era toda a parte de sistema por trás disso. Comecei a fazer faculdade de Sistemas e conheci a Trafegus e comecei a trabalhar na Trafegus.

Trabalhei, antes da Trafegus, em uma empresa de gerenciamento, e agora na Trafegus é “detrás da mesa”. Então antes eu usava um sistema e agora eu faço o suporte ao sistema.

Dentro da Trafegus, meu crescimento foi sempre muito bem notado. Todo o passo a passo que segui, com muito esforço, claro, mas sempre foi muito bem notado. Iniciei no suporte de operação e agora sou coordenadora.

Na área de transporte e logística é muito nítido: o tratamento é diferente quando se trata de mulheres. No curso de Logística, na sala era somente eu e mais uma colega na sala, mas os professores incentivavam muito para continuar na área.

Na empresa que trabalhei de gerenciamento foi quando senti o baque de ser mulher. O contato era direto com motoristas, então muitas vezes acontecia do motorista não querer falar comigo no atendimento, e pedir para falar com um masculino. No início, o que eu fazia era baixar a cabeça. Eu fazia o processo para não bater de frente, então eu passava a ligação. Ou mesmo quando um superior me tratava de forma diferente, eu baixava a cabeça.

Com o incentivo de outras mulheres, eu comecei a ver que não era assim que deveria seguir. Hoje, eu não bato de frente, mas sim mostro, conversando, que consigo fazer, que eu consigo ser mulher e ser do meio de transporte e logística.

Acredito que a mulher tem um lado mais leve, um lado mais cuidadoso, em qualquer área de trabalho. E eu me vejo muito tendo empatia, seja com um cliente, ou seja, com um colaborador da empresa.

Essas qualidades que a mulher tem, de ser cuidadosa, de ser detalhista, e principalmente (o que a gente brinca na empresa) de ser “multithreads”, de fazer várias coisas ao mesmo tempo, e ter essa leveza e cuidado no trabalho.

Vejo, hoje, muito incentivo por parte de empresas e faculdades. O que me manteve na área foi minha vontade de ver o “por trás dos panos” de um sistema, mas também os incentivos – dos professores, o incentivo dentro da empresa. E isso é muito importante.

A crescente das mulheres nas empresas é lenta, mas tem que haver um incentivo: nós, mulheres, incentivando umas às outras, sempre. Mas também a instituição – faculdade ou a empresa – sempre incentivando as mulheres a seguir, a continuar.

Principalmente as mulheres que estejam começando ou que estejam enfrentando esse mundo e pressão masculinos, acredito que a força feminina precisa ser marcante.

Então o meu conselho para essas mulheres é ser forte e persistente para não desistir, não baixar a cabeça e sim, bater no peito e dizer que realmente consegue. Porque sim, a gente consegue.

O fato de uma mulher demorar para aprender uma função, pode acontecer com um homem também. Isso é o ser humano. Então cada pessoa tem o seu tempo de aprendizado. Não é por ser mulher ou por ser homem, é uma questão de aprendizado.

Meu conselho é: sejam fortes, sejam persistentes, porque, sim, a gente consegue liderar, a gente consegue ser empreendedora, a gente consegue ser dona de casa, e fazer tudo isso junto”.

Icone Trafegus Footer-a

+55 49 3026-7777

contato@trafegus.com.br

©Todos os direitos reservados a Trafegus® Sistemas.